domingo, 20 de maio de 2012

ELEIÇÃO PARA O DCE DA UESC


     As eleições para o DCE da UESC estão se aproximando. Será esse ano, contudo a data ainda não se sabe. Os membros da porção majoritária da atual diretoria (UJS/PCdoB), como é de costume, lançarão o edital que convocará a eleição às escuras, para que os(as) estudantes não tenham tempo para montar suas chapas. Essa é apenas uma das estratégias que esse grupo utiliza para se manter na diretoria, por isso é bom que todos fiquem atentos, a qualquer momento o referido edital será afixado no mural da entidade. Além disso, é bom ler o estatuto do DCE, pois os espertinhos costumam desrespeitá-lo em proveito próprio.
     O nosso DCE há muitos anos é controlado pelos militantes do PCdoB. Para quem não sabe esse é o partido de figuras como o ex-ministro dos esportes Orlando Silva, que se demitiu do cargo em outubro do ano passado por ter sido acusado de roubar verbas públicas, é o partido do então ministro Aldo Rebelo que propôs o novo Código Florestal, pior ataque ao meio ambiente da história do país, e para ficar só com três exemplos, é o partido do vereador Wenceslau Júnior de Itabuna, que no mês passado foi afastado temporariamente do cargo, juntamente com outros cinco vereadores, por haver fartas provas do envolvimento destes em um escândalo de corrupção.
     Por serem da base aliada do governo federal e estadual e apoiadores da atual reitora Adélia, os membros da fração majoritária da atual gestão do nosso DCE se omitem diante do desmonte da educação superior pública ocasionado pelas políticas de cortes de verbas destinadas às áreas sociais (educação, saúde, etc.), entre outras, implementadas pelos referidos governos. Permanecem também inertes diante dos graves problemas enfrentados pelos estudantes de nossa universidade, como a insuficiência do número de refeições subsidiadas e o problema das filas no RU, a falta de qualidade e o valor abusivo do serviço de transporte público nos municípios de Itabuna e Ilhéus, entre muitos outros.
     Os(as) estudante da USP, na última eleição para o DCE de lá, que ocorreu entre os dias 27 e 29 de março com a participação histórica de 13.134 votantes, demonstraram ter consciência do mal que representa a prática dos militantes do PCdoB para o movimento estudantil, pois a chapa composta pelos integrantes desse partido em unidade com militantes do PT obteve apenas 2% do total de votos. O mesmo tem acontecido nas principais universidades do país, esperamos que na UESC não seja diferente.
Para finalizar, queremos dizer que consideramos o DCE uma ferramenta que pode contribuir em muito para a auto-organização e o fortalecimento da categoria estudantil em suas lutas por uma universidade verdadeiramente pública, popular e democrática, e por uma sociedade menos injusta e desumana.
    Contudo, pensamos que para isso acontecer é necessário construir uma gestão autônoma em relação aos governos e reitoria, que seja transparente e que esteja realmente a serviço dos interesses dos estudantes. Nesse sentido, pedimos aos(as) colegas estudantes que estejam atentos e participem de forma crítica desse importante processo eleitoral.

Sebastião da Silva Mello Neto
Coletivo Mobiliza

sexta-feira, 30 de março de 2012

Marcha dos Famintos deixa Adélia em saia justa






Os estudantes da universidade estadual de Santa Cruz (UESC) se manifestaram ontem (27), com uma passeata pela universidade denominada “A Marcha dos Famintos” em protesto ao aumento no valor da refeição no restaurante universitário (RU) de R$ 4,50 para R$ 5,20. A marcha que foi tocada com músicas parodiando sobre as difíceis situações diárias enfrentadas pelos estudantes que necessitam da alimentação subsidiada, criticando as filas, a qualidade da comida e o preço. O desfile ocorreu no dia do circo e contemplou as duas praças dos pavilhões de aula, a fila do RU e terminou em frente a reitoria, no sexto andar da torre. Os estudantes cobraram a reitora no final da reunião que ela estabelecesse prazos para cumprir o que divulgou no programa de campanha, que é o aumento do subsidio, funcionamento nos três turnos e preço mais barato, apontando a contradição entre o que era divulgado e sua primeira iniciativa com relação ao RU, que foi o aumento. E formalizaram a entrega de uma panela contendo o almoço servido no RU para que ela comprovasse a crítica à qualidade do cardápio (link youtube). A iniciativa de organizar o protesto e denunciar o aumento foi do Coletivo Mobiliza com apoio dos coletivos “13 de Maio” e “Maria Quitéria”. 


A justificativa


         A reitora Adélia (depois de acomodar os famintos no auditório da torre) justificou a ausência do cumprimento de suas promessas à tramites burocráticos e informou que o atual contrato foi renovado em fevereiro por um ano, motivo pelo qual, dentro deste prazo ela pouco pode fazer. Quando perguntada do valor que o locatário paga no contrato Adélia informou desconhecer, ressaltando que não nega a informação. Entretanto todas as solicitações feitas pelos centros acadêmicos ativos na instituição sobre qualquer situação contratual da universidade nunca obtiveram resposta. O coletivo Mobiliza ressaltou a importância de abrir para o público estudantil e comunidade os valores estabelecidos por estes contratos e pediu que ela informasse o prazo para cumprir o que divulgou em seu programa: RU nos três turnos, com mais subsidios e com menor preço, considerado ponto de urgência pelo Movimento Estudantil.
            O coletivo denuncia a ausência de um programa sério, integrado e com financiamento seguro para políticas de permanência estudantil. E diz já ser constatada a morosidade sobre esta temática, que vem sendo emperrada em comissões há duas gestões anteriores de reitoria.
            Denuncia também que o financiamento do subsidio do RU e demais políticas é fruto da greve, feita o ano passado em conjunto com os docentes, que resultou em aporte orçamentário do governo estadual. Desmentindo que seja um ganho da gestão administrativa da UESC ou do DCE, que na situação da greve deflagrada contra um corte de verbas para educação, se manifestou CONTRA os estudantes mobilizados, e se recusou a convocar uma assembléia estudantil ou conselho de entidades de base para abordar  e deliberar sobre a greve (link vídeo). O coletivo ainda configurou a atuação do DCE como contraditória, oportunista e corrupta, e afirmou a conivência da reitora. Por exemplo, quando faz “vista grossa” para os representantes de conselho superior, que pelo regimento deveriam ser eleitos por eleição direta, e há mais de um ano permanecem como indicações da gestão majoritária do DCE, composta pela UJS. 
O militante do coletivo mobiliza Caio Carvalho diz “que embora a lei 7176 seja atrasada e considerando que o regimento da UESC a acompanha, os representantes de conselho superior da universidade tem que ser eleitos em eleição direta, onde todos os estudantes possam igualmente se candidatar, votar e ser votado. A indicação só é posta na lei 7176 para os representantes de CONSAD, que é o conselho administrativo, e que no caso da UESC, não é convocado há 3 anos.” O militante Marcelo Sena afirma que “a gestão atual usa dois pesos e duas medidas, exigindo a máxima burocracia para os coletivos que atuam na universidade enquanto que do DCE não exigem nem mesmo uma ata de eleição para os representantes indicados pra CONSU e CONSEPE, para ficar no mínimo, coerente com o regimento.”

Denúncias contra o DCE se agravam 



            
Quando a reitora justificou a não realização de uma política séria de permanência em mesas de diálogo abertas sempre com a participação do diretório central dos estudantes da UESC o Coletivo Mobiliza interferiu com uma série de denúncias que são já de amplo conhecimento da administração. Usando como exemplo o estatuto sem forma jurídica, que estabelece um funcionamento e subordinação entre os cargos da diretoria, entrando não só em contradição com o princípio da composição proporcional da gestão, mas também com o fundamento democrático, se configurando mais como um compilado de normas para tentar regulamentar uma prática autoritária e centralizadora, o que se confirma na prática da gestão do grupo (UJS) que também foi quem modificou o estatuto e que desde a greve se nega a marcar discussões ampliadas sobre os temas de importância da universidade, desconfigurando o papel da representação estudantil. O coletivo Mobiliza se refere a este grupo livremente como: pelegos ou cururús, sem medo de faltar com a verdade. 
            As denúncias se estendem como a de que o DCE realizou a assembléia que decidiria pelo fim da greve estudantil em 2011 de maneira inadequada, e que os representantes de CONSU e CONSEPE, descumpriram a decisão dos estudantes em plenária, que foi: pela não aprovação do calendário acadêmico de reposição naquele momento, sem ampla discussão estudantil, prejudicando desta maneira muitos estudantes que moram fora da cidade da universidade. Fato que já dá provas do oportunismo desta gestão que mantem os representantes na base da indicação, negando um direito democrático e ainda assim aparecendo de “barba feita” em todos os principais materiais de propaganda da reitora Adélia, que agora também se mostra como descumpridora de promessas quando aumenta por no mínimo um ano o valor do RU que ela se comprometeu em abaixar.
                                                          

        Sugestão do Coletivo amigo


         O Coletivo Mobiliza ainda informou a reitora sobre a possibilidade de ter o restaurante conveniado a programas do governo como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) que já funciona em convênio na prefeitura de Itabuna e que adquire alimentos produzidos por pequenos agricultores locais e os doam a instituições filantrópicas e sociais, entre os quais se poderia se incluir o RU caso este funcionasse por uma gestão pública, o que diminuiria o custo da alimentação, tornado ela mais saudável, integrada, e podendo oferecê-la à menor custo. É tudo uma questão de gestão.




            Ygor Schimidel
            Militante do Coletivo Mobiliza
            Estudante de Comunicação
            Jornalista ocasional e cidadão

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

RESULTADO DA ELEIÇÃO PARA REITORIA UESC

Essa madrugada foram apurados os votos da eleição para reitoria da UESC. A Chapa 01 - Adélia e Evandro venceu com 1890 votos, contra 1681 votos da Chapa 02 - Valter e Mayana. Entre as categorias os votos foram os seguintes:
Chapa 01:
1.237 votos de estudantes;
220 votos de funcionários;
433 votos de professores. 
Chapa 02:
1.464 votos de estudantes;
90 votos de funcionários;
127 votos de professores

O Coletivo Mobiliza avalia positivamente e tira como saldo dessas eleições, o fato de a CATEGORIA ESTUDANTIL da UESC que votou, dar um basta a forma empresarial e elitizada de gestão que vem prevalecendo na UESC nas ultimas gestões. A maioria de nós votou pela mudança!
Não é mera coincidencia sermos a categoria com menor influência das barganhas e cabresto...
Mesmo assim, não podemos deixar de reparar nos 70% de abstenção dos votos estudantis... é grave.
É sinal de que os próprios estudantes da UESC nem se sentem parte dos processos e decisões que permeiam a universidade.
A desmobilização, causada também, pela atuação sanguessuga e vampiresca dos grupos e partidos políticos nas entidades representativas - DCE, por exemplo, se mostra nesse desinteresse dos estudantes com o movimento estudantil, bem como os processos eleitorais internos da universidade. 
Aqueles que gritam, que fazem atos públicos, enchem a universidade de cartazes com palavras de ordens, esses ainda são poucos. Mas estamos assistindo todos os dias (pelo mundo) que não estamos sozinhos. A luta pela universidade pública, democrática, de qualidade, e acessível a todos, não é uma luta só no Chile, e sim de toda a juventude.
Quantas reitorias foram ocupadas este ano no Brasil? Quantas universidades públicas entraram em greve esse ano? Só na Bahia, todas as estaduais e algumas federais. Quantos hospitais, bancos, instituições públicas? É uma crise só da educação pública? Ou é uma crise de todo este sistema perverso que fecha os olhos para os interesses do povo e da classe trabalhadora?

Agora a luta continua! Trabalho de base neles!
e é trabalho de base no mundo, galera!
MObilizaaaaaaaaa!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Que Universidade queremos???

Nós, estudantes da UESC, que compomos o COLETIVO Mobiliza, defendemos um modelo de universidade publica, autônoma, que esteja, por principio, a serviço da classe trabalhadora e da democratização e difusão do conhecimento; que sirva como instrumento em defesa da preservação do meio ambiente e das extinções das explorações e opressões reproduzidas e mantidas na sociedade capitalista. Entendemos a EDUCAÇÂO como um direito que deve ser garantido pelo estado a toda população.
Acreditamos que a conquista da Universidade que queremos, será fruto das LUTAS unificadas da comunidade acadêmica. É por pensar assim que defendemos prioritariamente o método da ação direta dos estudantes, professor@s e funicionári@s organizados. Defendemos a participação efetiva das três categorias acadêmicas, bem como a igualdade na correlação de forças entre essas, nos espaços institucionais de decisão (Conselhos, departamentos, colegiados).
Queremos uma administração universitária que se posicione de forma contrária as politicas de contingenciamento orçamentário impostas pelo governo Wagner, que aprofundam a situação de precarização das condições de trabalho e estudo das universidades estaduais Baianas. Uma administração comprometida com a defesa do processo democrático e da AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA.
Exigimos uma administração verdadeiramente comprometida com a luta em defesa das reivindicações d@s estudantes, professor@s e funcionári@s, como por exemplo; a efetivação da Lei 11.375/09, que regulamenta o plano de cargos e salários dos servidores investidos na carreira de técnico universitário, analista universitário e do grupo ocupacional técnico específico, criação de uma rubrica específica e periódica para financiar a implementação, gestão e manutenção de um programa de permanência estudantil que assegure residência universitária, posto medico, creche, restaurante universitário nos três turnos, com alimentação de qualidade e a baixo custo e bolsas auxílio, pauta essa que sempre foi tratada com desdém pelas antigas gestões dessa universidade. Queremos algo diferente, uma  universidade verdadeiramente democrática e popular.
Diante do exposto, o COLETIVO MOBILIZA faz o chamado a tod@S @s estudantes, funcionários e professores que defendem uma UESC autônoma, democrática e com melhores condições de estudo e trabalho para no dia 30/11 participarem do processo eleitoral de forma critica e consciente (não esqueçam de levar documentos oficiais com foto).
Por fim, é importante dizer que independente de quem vença esse pleito, o COLETIVO MOBILIZA continuará na LUTA, mantendo sua independência política e financeira, sua seriedade e disposição em atos de resistência em defesa de uma Educação pública e de qualidade.

Há Braços na LUTA!
Mobilize-se Companheir@!

sábado, 26 de novembro de 2011

ELEIÇÕES UESC - O VOTO SERÁ MANUAL COM CÉDULAS!

Ontem após o debate das duas chapas, O Coletivo Mobiliza  entrou com recurso contra o sistema de computador como forma de captação e apuração de votos junto a comissão eleitoral. 
Amparados na Resolução do CONSU 03/2003, as denúncias foram atendidas. O movimento estudantil não pode se calar diante de tamanho ataque ao bom senso e a real democracia. 

"Não nos mande calar Outra VEZ!"

A Comissão Eleitoral, por unanimidade de votos, deferiu o pedido de substituição do sistema eletrônico por sistema manual, com a utilização de cédulas impressas.
O Coletivo Mobiliza deixa posto tambem o repúdio a atual gestão do DCE ( Juventude do PC do B- UJS) que além de não se manifestar com essa forma nefasta de votação, não se preocupou em estabelecer um espaço de debate para a nossa categoria com os candidatos. Os funcionários tiveram, os professores tambem... e os estudantes? Não tem Voz? O estudante quer ter voz!
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC
COMISSÃO ELEITORAL 2011 - RESOLUÇÃO CONSU Nº 02/2011

EDITAL DE JULGAMENTO

Aos 25 (vinte e cinco) dias do mês de novembro de 2011, na Sala de Reuniões da Comissão Eleitoral para eleição dos cargos de Reitor e Vice-reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC, à vista dos requerimentos feitos pela CHAPA 2 - RENOVAÇÃO COM MUDANÇA e pelo grupo que se autodenomina "COLETIVO MOBILIZA", no sentido de que seja reconsiderada decisão anterior que indeferiu pedido de substituição de votação eletrônica por votação manual, em atendimento ao contido no artigo 15, § 1º, da Resolução CONSU nº 03/2003, decidiu-se:
Embora as eleições para Reitor e Vice-reitor da UESC vêm, desde o dia 10 de novembro de 2003 (lavrando-se ata às fls. 000014/000015 do livro relativo àquele pleito), ocorrendo pelo sistema informatizado, com a análise de especialistas (inclusive indicados pelas chapas concorrentes) sem uma única sugestão de fragilidade do sistema, sabe-se que a Administração Pública deve se submeter ao princípio da legalidade, e, neste sentido, a previsão é de voto manual, nos termos do artigo15, § 1º, da Resolução CONSU 03/2003.

DECISÃO
Pelas razões expostas, a Comissão Eleitoral, por unanimidade de votos, deferiu o pedido de substituição do sistema eletrônico por sistema manual, com a utilização de cédulas impressas.
Publique-se.

Luiz Antônio dos Santos Bezerra Roseanne Montargil Rocha
PRESIDENTE SECRETÁRIA

Expedito dos Santos Santana
MEMBRO


- Por que da Luta não nos Retiramos!
COLETIVO Mobiliza(Ê!)
 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

ELEIÇÕES UESC - O VOTO SERÁ SECRETO?

Na porta da torre está rolando uma "simulação da eleição" para reitor. Isso é necessario para testarmos o programa de computador criado para este fim.
Você apresenta sua identidade e comprovante de matricula, tem um fiscal com uma lista com nomes e numero de matricula dos estudantes. Você faz um login com seu nome e numero de matricula. Lá vc vê dois candidatos fictícios (uma mulher chapa 1 e um homem chapa 2 =O), voto nulo e voto branco. Quando você confirma o voto gera um código (que segundo o estágiário é para você anotar e confirmar sua votação). Surgem, então, algumas perguntas: por que desenvolver um programa específico para computar votos que geram códigos dentro de um login com nome e numero de matricula? Esses votos ficarão computados em algum lugar? O voto fica associado ao código, ao nome e número de matricula? E se fica, o voto não deveria ser secreto? Por que não utilizar as formas mais seguras e que garantam o segredo do voto? - Urnas eletrônicas, cédulas de papel... Na lista de conferencia da simulação existem nomes de estudantes destacados com marca texto. Por que isso? são mesmo, muitas perguntas...
E mais... pesquisando a resolução 03/2003 do CONSU - conselho superior da universidade - O voto deve ser manual, com utilização de cedulas coloridas. No caso de ser eletronico a resolução é taxativa: devem ser utilizados os computadores da justiça eleitoral, urnas eletronicas.
Por que a comissao eleitoral mandou preparar uma nova forma de apuração de votos que passa por cima das resoluções do proprio conselho superior da universidade? isso não pode deslegitimar a eleição?

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

AUDIÊNCIA PÚBLICA DO PORTO SUL



PORTO SUL NÃO - COLETIVO MOBILIZA EM LUTA

GALERA
Amanhã as 14 horas acontecerá a audiência pública Sobre implantação do Porto Sul. É importante que todos e todas apareçam e contribuam nas discussões.
Chamamos a atenção para a reflexão sobre a quem esse tipo de projeto favorece e quais as reais consequências em nossa região, afinal de contas não são poucos os exemplos desastrosos que temos das ações do governo quando se coloca à serviço da iniciativa privada (e nesse caso internacional). 
Não admitimos ter um governo que corta e congela as verbas dos serviços públicos; sucateia a educação, a saúde, os transportes, a segurança, e investe milhoes na construção de um porto PRIVADO, que desabrigará milhares de familias cobrirá de aguas a historia de inúmeras comunidades, destruirá reservas ambientais, poluirá nossas aguas. Pra que? pra reproduzir a velha função brasileira de exportar materia prima barata e enriquecer bolsos estrangeiros a custa da exploração predadora de nossa terra e o do suor do nosso povo. 
Queremos ver o dinheiro público mantendo um serviço de saúde que funcione, num transporte verdadeiramente público e de qualidade, nas ruas asfaltadas, num sistema de esgoto eficiente (vimos os alagamentos na cidade de ilhéus decorrentes da ultima chuva...) e também queremos emprego, é obvio, mas não em troca de tanta perda e exploração. 

Somos CONTRA esse projeto desenvolvimentista onde o governo investe NOSSO DINHEIRO 
na iniciativa privada, barganha salários mínimos com a população, destrói nosso bioma e 
cobre de ferro, trilhos e cimento o nosso povo!

"O lugar mais quente do inferno pertence àqueles que se calam indiferentes em tempo de 
guerra e injustiça contra o povo e a Natureza."

Amanha (29/10) 
09:00 - oficina de construção de cartazes 
onde: na praça da Catedral em Ilheus
14:00 - Audiência Pública do Porto Sul
onde: Centro de Convenções - Av. Soares lopes